1. Uma breve história da Terra
Resumo:
Alguns fenômenos geológicos observados atualmente, que podem resultar em desastres naturais, como os terremotos (geralmente associados à movimentação das placas tectônicas) e as erupções vulcânicas, são passíveis de correlação com vestígios dos mesmos fenômenos desenvolvidos, muito mais intensamente, no passado. Identificam-se ainda, analisando criteriosamente as feições estruturais e texturais dos estratos sedimentares, evidências de outros eventos geológicos, não observados no presente, que certamente teriam provocado drásticas e rápidas transformações na superfície da Terra, como: impactos de gigantescos meteoritos, ação devastadora de grandes volumes de água, extinção em massa de plantas e animais e processos de erosão e sedimentação abrangendo áreas imensas. Esses desastres naturais pretéritos ocorreram isoladamente, separados por imensos períodos de tempo, ou de maneira rápida e interdependente, associados a uma Grande Catástrofe? É possível estimar, com razoável precisão, a duração desses fenômenos geológicos globais?
Apresentam-se, resumidamente, dados disponíveis e a descrição dos fenômenos segundo a geologia convencional. Finalmente, procura-se enquadrá-los, coerentemente, em um modelo geocronológico consistente (novo paradigma de tempo geológico) que, por sua vez, aponta para uma breve e tumultuada história geológica do nosso planeta.
Público alvo: Estudantes e professores universitários, preferencialmente aqueles das áreas de ciências naturais - adaptável para igreja
2. As rochas basálticas e a grande catástrofe
Resumo:
Dentre os fenômenos geológicos, observados atualmente, as erupções vulcânicas constituem, provavelmente, o processo natural que mais desperta nossa atenção pela sua magnitude, abrangência e efeitos geralmente danosos ao meio ambiente. O estudo detalhado das rochas permite-nos decifrar com precisão, em alguns casos, os processos responsáveis por sua formação. As rochas basálticas, por exemplo, apresentam evidências mais que suficientes para caracterizá-las como rochas ígneas efusivas, ou seja, rochas formadas como resultado do resfriamento e cristalização de derrames de lava. Pesquisas científicas envolvendo extensos corpos de lava basáltica (vulcanismo fissural) que se extravasaram abundantemente, cobrindo aproximadamente metade da superfície da Terra, em um passado recente, nos possibilitam chegar a conclusões surpreendentes. As principais características texturais e estruturais desses basaltos apontam para eventos de rápida superposição dos derrames de lava e, em muitos casos, evidenciam processos de resfriamento extraordinariamente rápidos.
Público alvo: Estudantes e professores universitários na área de ciências naturais (preferencialmente aqueles interessados nas geociências) - adaptável para igreja
3. O enigma das florestas petrificadas
Resumo:
Tradicionalmente, a origem das florestas petrificadas e das jazidas de carvão está associada a processos cíclicos de soterramento e reflorestamento, no próprio local (origem autóctone), que teriam se desenvolvido ao longo de dezenas ou centenas de milhares de anos. Entretanto, evidências de campo e laboratoriais parecem apontar para transportes catastróficos, de extraordinárias massas de vegetação, e posterior deposição (origem alóctone).
Os seguintes fatores são considerados:
a) Evidências de campo (troncos verticais atravessando vários níveis de “florestas”, presença de raízes abruptamente quebradas, etc.);
b) Resultados de experimentos laboratoriais (flutuação de troncos na posição vertical);
c) Análise de processo catastrófico recente (remoção violenta e deposição, no lago Spirit, de imensas quantidades de troncos, por ocasião da explosão do monte St. Helens – Washington, em 1980).
Os três aspectos e outros constituem fortes argumentos a favor de uma origem alóctone, não somente paras a florestas petrificadas, mas também para as extensas e espessas camadas carboníferas. Ou seja, esses depósitos fossilizados, de material vegetal, não se encontram no mesmo local onde originalmente se desenvolveram, mas sim refletem remoção violenta, transporte e rápida deposição de grandes massas de vegetação, para outros locais, por ação catastrófica da água.
4. A origem dos asteróides – um marco na história do Sistema Solar
Resumo:
Evidentemente, dentre as inumeráveis estrelas do vasto espaço cósmico, a estrela mais conhecida e seus respectivos planetas, de onde se extraiu a maior quantidade de informações, constitui o nosso Sistema Solar. A análise simples e comparativa dos planetas aponta para as vantajosas singularidades do planeta Terra (períodos ideais de rotação e translação, distância adequada do sol, composição perfeita da atmosfera, etc.). O nosso sistema planetário apresenta interessantes evidências de planejamento (sentido anti-horário dos movimentos de translação e rotação, planos orbitais praticamente coincidentes, etc.). Por outro lado, verificamos também as órbitas irregulares dos cometas e asteróides e evidências de impactos em todos os corpos do Sistema Solar. Alguma catástrofe, no passado, teria atingido todo esse sistema inclusive o planeta Terra? Que efeitos tal cataclismo teriam produzido em nosso planeta?
5. É possível encontrar harmonia entre ciência e religião?
Resumo:
Para um diálogo proveitoso no confronto entre ciência e religião, o ponto de partida consiste em se definir, de maneira clara e abrangente, o que se entende por ciência e por religião. Assim, nas situações de controvérsia, a tarefa de se identificar as posições verdadeiras ou equivocadas torna-se mais facilitada. Nos confrontos entre a ciência e a religião, quando se verifica a impossibilidade de harmonizá-las, pelo menos duas situações podem ser identificadas:
1. Conhecimento incompleto da Bíblia ou sua interpretação equivocada.
2. Afirmações pseudo-científicas, quando posturas filosóficas ou meras hipóteses interferem negativamente no desenvolvimento pleno da metodologia científica.
Dentre as várias estruturas conceituais que se preocupam com a conciliação entre ciência e religião, a que mais se destaca pela coerência dos seus argumentos é o Criacionismo Bíblico, que valoriza tanto os dados fidedignos obtidos pela pesquisa científica como a literalidade do registro bíblico da criação e do dilúvio.
6. A Paleoantropologia em uma perspectiva criacionista
Resumo:
A Paleoantropologia caracteriza-se como uma das áreas da ciência onde as especulações e contradições são mais freqüentes. O modelo evolutivo do homem é tão precário que cada nova descoberta provoca a necessidade de reestruturação, na disposição dos vários elementos, da frágil e insustentável “árvore evolutiva” correspondente. Cada dia que passa, as novas descobertas desmistificam a suposta seqüência vertical evolutiva do homem. Na realidade, nota-se, a partir de várias evidências, que a distribuição dos seres humanos antigos (sejam primitivos ou mais desenvolvidos), é horizontal ou geográfica – todos eles foram contemporâneos. Distribuição semelhante pode ainda ser observada nos dias atuais. Entretanto, algumas questões cruciais nos desafiam a encontrar respostas satisfatórias:
1. Os Australopithecus, Homo erectus, e outros seres primitivos constituem nossos verdadeiros ancestrais?
2. Segundo o relato bíblico do Dilúvio, quem são e onde se encontram os vestígios dos gigantescos e longevos seres pré-diluvianos?
Os dados disponíveis se ajustam melhor em um modelo intervencionista?
7. Por que prevalece o evolucionismo nos ambientes acadêmicos?
Resumo:
A pergunta envolve, evidentemente, aspectos científicos, filosóficos e religiosos, dentre outros. Determinadas causas podem ser identificadas com relativa facilidade. Por outro lado, alguns fatores estão ligados a questões pessoais, mais subjetivas, mas não menos importantes. Qual deve ser a postura do universitário adventista (alunos e professores), especialmente aqueles vinculados a instituições não-adventistas, perante essa triste realidade? Há uma real necessidade de preparo, por parte do pré-universitário, antes de enfrentar um ambiente acadêmico francamente hostil ao modelo intervencionista (ou criacionista) das origens? A Missão Global da igreja inclui o desenvolvimento de pesquisas, e a divulgação dos seus resultados, no campo do criacionismo?
Público alvo: Estudantes e professores universitários adventistas - adaptável para igreja
8. O movimento adventista e as filosofias concorrentes do séc. XIX
Resumo:
Destaca-se, inicialmente, a importância do memorial da criação – o sábado ou o sétimo dia – sua observância ininterrupta, ao longo da história, e a preservação do ciclo semanal. Verifica-se, inequivocamente, que o criacionismo é parte integrante do evangelho eterno, explicitado na tríplice mensagem angélica (Apoc. 14: 6–12) – a mensagem principal da Igreja Adventista a ser transmitida a todo o mundo. Tendo em vista a importância dessa mensagem, não é de se estranhar o impressionante sincronismo verificado entre as ações iniciais do Movimento Adventista, e as manifestações de outros movimentos antagônicos (Evolucionismo Darwinista, Comunismo Marxista, Espiritismo Moderno, etc) – um verdadeiro espetáculo paralelo ou concorrente. Este espetáculo paralelo – o lado perverso e destruidor no grande conflito entre o bem e o mal – que já se estende por seis mil longos anos, tem procurado dominar o homem em todos os aspectos, inclusive no campo da ciência. Como nós, criacionistas que somos, devemos agir e reagir nesse importante e decisivo momento da história?
Público alvo: Membros da Igreja Adventista do Sétimo Dia