1. Evidências geológicas do dilúvio do Gênesis
Resumo:
Até alguns anos atrás a crença em um dilúvio universal era mais um artigo de fé que propriamente um enunciado científico. Isto porque ainda eram escassos os estudos nas áreas da geologia e da paleontologia, especialmente aqueles voltados para uma abordagem catastrofista do registro fóssil e geológico. Nos anos mais recentes uma série de novos dados foi acrescida àqueles já conhecidos, resultando em inúmeras evidências de que uma grande catástrofe, conforme descrito no livro de Gênesis, teria atingido a Terra em um passado não muito distante. Entre estas se pode mencionar uma ampla atividade marinha sobre os continentes, hiatos importantes no registro sedimentar, ou seja, ausência por longos períodos de tempo de processos sedimentares, alguns pressupostos fundamentais relacionados aos processos de fossilização como extinção em massa e o soterramento rápido e a constatação de sistemas ecológicos incompletos. Estes e muitos outros dados vêem corroborar a hipótese criacionista de que um grande dilúvio se abateu sobre a Terra, proporcionando as feições atualmente observadas tanto na geologia como na paleontologia.
2. O registro fóssil constitui uma evidência segura da evolução?
Resumo:
O tema procura apresentar a incompatibilidade do registro fóssil, ou seja, a distribuição dos organismos fósseis na coluna geológica, com os conceitos gerais da teoria da evolução. O Darwinismo, por exemplo, teria sido fortemente influenciado pelas estruturas conceituais de sua época sendo, em certa medida, uma versão para a biologia de muitos dogmas da Inglaterra liberal do século XIX. As descontinuidades marcantes entre os principais grupos de organismos (invertebrados, peixes, anfíbios, répteis, aves e mamíferos) e a falta de elos de transição contradizem notoriamente o gradualismo proposto por Darwin de uma evolução lenta, gradual e intermitente. Os exemplos apresentados como indícios de formas de transição (elos de ligação), como o par Eusthenopteron/Ichthyostega, sugerindo a passagem de peixes para anfíbios, ou mesmo do Archaeopteryx, sugerindo a passagem de répteis para aves, apresentam-se muito mais como evidências de formas intermediárias, ou seja, organismos que apresentavam características em comum com outros organismos, não implicando necessariamente em elos de transição.
3. As origens do homem